Sou tudo ou sou nada

"Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...
Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"

Tati Bernardi


Estaca zero

Chega aquele momento da vida em que você percebe que aquilo que almeja jamais será seu. Então você volta para a estaca zero.
Volta a querer poder controlar os sentimentos e optar por não sentir nada.

Texto da Dani Silva, do blog:





Humanidade

Jullie estava pensativa em seu quarto. Havia tempo que não via o Peter, e já estava com saudades - óbvio. Já era noite, quase madrugada, quando ela parou de andar e foi atpe a janela. Ficou observando a lua - estava linda. E por minutos ali ficou, até que sentiu um vento quente e agradável bater em seu rosto - sorriu e logo sentiu braços quentes abraçando-a.
 - Olá Peter
 - Olá Jullie - disse Peter beijando-a.
Estar nos braços dele era tão bom.
 - Fico feliz em te ver - disse Jullie.
 - Eu fico feliz em estar aqui com você, cada dia sem ti é uma eternidade para mim - Jullie sorriu.
 - Esta frio, não? - disse Jullie
 - Um pouco - disse Peter indo até a cama e puxando Julie para si. Ambos deitaram na cama e ele abraçou-a. Jullie parou de sentir frio. Como era bom estar ali naqueles braços quentes, com seu corpo colado ao dele. Peter começou a fazer carinho em Jullie e logo o sono veio. Não demorou para que Jullie dormisse, nos braços de Peter, onde ela mais gostava de estar. e então, pela primeira vez, Peter também dormiu  Estava se tornando humano cada vez mais.
E no quarto quente se via os dois abraçados, num sono profundo, numa madrugada de inverno.