Feliz Natal !



FELIZ NATAL!

Te amo.


Eu lembro do primeiro oi. De quando eu peguei o numero do seu celular e das mensagens até a madrugada. De você namorando e logo depois terminando. Lembro de você tentando ter algo com outra menina (uma menina que eu não gosto u.u') e depois me contando porque não havia dado certo entre vocês. Então houve algo entre a gente que eu fui muito idiota de terminar, poderia ter evitado tanta coisa... E então o tempo se passou e você voltou com ela. E eu então passei a ser tua amiga. Lembro me de falar que você não passava mais o intervalo comigo e que estava com ciumes. Risos. Lembro me das noites frias abraçadas com você, naquele cantinho, apenas conversando contigo. Você me contando varias coisas e eu dando minha opinião. Eu lembro de quando te vi chorar. Foi horrível. Uma parte de mim também chorava por ti, odiei te ver triste. Fiz de tudo para te acalmar, se te ajudei de alguma forma aquela noite, foi um milagre, não sou boa em fazer isso. E o tempo se passou e aquelas antigas mensagens voltaram. Lembro me de você dizendo que brigava todo dia com sua namorada e que não aguentava mais e eu sempre dizendo que tudo ia ficar bem, era só respirar fundo. Lembro quando me disse que terminou com ela e que você estava mal. Queria ir até onde você estava e te abraçar, te beijar e enxugar suas lagrimas, tudo iria ficar bem. E agora, olha como estamos. Pergunto como você está todo dia, se dormiu bem, se já fez a refeição e o que está fazendo porque me preocupo. Porque só quero teu bem. Porque te amo. Lhe peço desculpas por nem sempre a gente conseguir se ver. Sinto saudades sua agora e queria te ter aqui, do meu lado, bem agora e todo instante. Eu lembro que te fiz uma promessa, que nunca iria te abandonar. Eu prometo que nunca vou te abandonar, que ficarei contigo pra sempre, até o para sempre acabar. Te amo

Dezembro de 2011



Esperar. Coração a mil. Movimentos na coxia. A luz se apaga e logo acende. A musica começa a tocar: hora de entrar no palco. Respiração acelerada, coração "saindo pela boca" e o máximo de concentração. Agora não é hora de errar. Deixo a musica me levar, movimentos leves e precisos. Sorriso no rosto. Logo fico mais calma, é tão bom estar ali no palco. A musica vai acabando, a luz se apagando e finalmente: aplausos. Missão cumprida. Na coxia, todos sorriem um para o outro, querendo dançar novamente. E assim foram minhas noites,onze e doze de dezembro, de 2011.

Do seu lado.

Fazia frio e eu estava sem minha blusa. Por que diabos eu deixei ela em casa? Respirei fundo e tremi - eu estava congelando. Eu estava passando pelo park, aquele mesmo que fui salva pelo Peter. Ah, Peter. Fazia tempo que não o via, três semanas para ser exata. Será que aconteceu algo? Eu estava morrendo de saudade e preocupação. Tremi novamente, a cada rajada de vento era uma dor em meu corpo. Eu estava andando com dificuldade, eu não sabia que iria fazer tanto frio assim. Parei de andar e sentei num banco próximo, para recuperar o folego. E então senti braços quentes me abraçando, braços familiares. Olhei para aquele rosto tão belo.
 - Peter - sussurrei
 - Você está gelada Julie - disse ele com aquela voz angelical. - Venha - disse ele me levantando e começando a andar de mãos dadas comigo. E por mais incrível que parecesse, as mãos dele na minha não estava fazendo eu não sentir frio.
Logo chegamos em minha casa e ele pegou meu cobertor e me enrolou nele, me abraçando depois. Estava finalmente quentinha, nos braços de meu amado.
 - Você sumiu - disse eu
 - Desculpe, estive proibido de sair de lá e muitos ficaram de olho em mim.
 - E você já cumpriu seu castigo? - disse com enfase em castigo
 - Na verdade não, mas foi preciso sair hoje. Você iria morrer de frio...
 - Sempre me protegendo - disse abraçando-o
 - Sempre. Não importa se eu estou longe ou perto. Sempre estarei te olhando e cuidando de ti.
 - Eu te amo - sussurrei
 - Eu te amo mais - disse ele me apertando. E ficamos ali, em silêncio, durante algum tempo. Um silêncio conversando com o outro e ambos se entendendo. Até que ele disse  - Estão me chamando, preciso ir.
 - Ok - disse dando um beijo na testa dele
 - Te amo e lembre-se: sempre estarei do seu lado, mesmo que não possa ver. 
E então ele sumiu, me deixando quente e sozinha naquele quarto. Refletindo sobre a vida. Refletindo sobre ele, sobre nós.

Proibido


Um amor proibido. Ambos sabiam disso, mas não se importariam; não se importariam essa noite. 
Um olha para o outro e sorriem juntos. Eles se aproximam, ele coloca a mão na nuca dela,"Tem certeza que quer fazer isso?" pergunta ela sussurrando, "sim" diz ele beijando-a. Ela cola seu corpo ao dele, o beijo dele é tão bom, pensa ela. Finalmente um está com o outro, um pertencendo ao outro, por apenas uma noite. Uma noite de Lua Nova, estrelada e fria. Mas o frio não é problema quando se tem alguém para te esquentar.
Os dois deitam, se abraçam, se beijam, fazem carinho um no outro não se importando com o resto do mundo. Se amando, como se não houvesse amanhã. Felizes como se só existissem os dois no mundo.

Diferente


Sou eu, a Rapha, a mesma Rapha. Talvez um pouco mais retardada, um pouco mais criança e mais madura ao mesmo tempo. Sou ainda aquela Rapha que tu conheceste, talvez agora mais sábia, com um novo jeito de olhar o mundo e pensar, com um novo jeito de fazer perguntas e achar respostas para elas. A mesma Rapha, um pouco mais diferente, mas ainda sou eu. O fato é que mudei, diversos foram os motivos. Na verdade todos mudam, cada um tem seu motivo. Mudar ou não, ás vezes você nem tem escolha... Mas sempre que mudar não perca o que você tem de melhor, seja o seu melhor o que ás pessoas consideram defeitos, "porque no final das contas, tudo isso define quem você é"

Linda e Brilhante

Eu estava num park. Era lindo, havia tantas arvores, flores... Fiquei admirando-o por algum tempo. Mas, onde, especificamente, eu estava e porque estava ali? E então, ele, surgiu dentre ás arvores, lindo como sempre, com aquele rosto angelical, porém havia algo de errado no rosto dele... um corte?
 - Olá Jullie - disse ele
 - Olá Peter - disse indo abraçá-lo. - O que aconteceu com você? - Havia um pequeno corte na testa dele, mas parecia ser fundo. Notei que nas mãos também haviam cortes.
 - O pessoal lá de cima não gostou nada de eu ter te salvado aquele dia...
 - Mas esse é seu trabalho, salvar pessoas, não? - perguntei um pouco confusa
 - Como você disse, pessoas. Não apenas uma.
 - Mas você é o meu... - comecei a dizer
 - Porém tenho que salvar outras pessoas também. Enfim, eles não me castigaram por ter salvado apenas você, mas sim por ter me exposto á aquele homem. Temos ordens claras de não nos mostrar aos humanos, nem a quem protegemos.
 - Mas eles não deveriam ter feito isso, como Ele pode deixar? - perguntei
 - Ele geralmente não interfere nesses assuntos. Há coisas mais importantes para resolver.
 - Isso é importante para mim, você... você só fez seu trabalho...
 - Fora me expor para o homem, também me expus á você e eles estão irritados, pois já não foi a primeira vez. Mas... eu não consigo me controlar. Ficar longe de você é insuportável. Eu... eu simplesmente te amo -disse ele me deixando, por um momento, sem fala. Lagrimas me vieram aos olhos. - Não chore, por favor. - disse me abraçando.
 - Peter, eu também te amo e muito. Daria minha vida para ficar com você. Por que essas coisas só acontecem com a gente?
 - Me pergunto isso todo dia. Parece ser uma maldição... - ele começou a dizer, coloquei meu dedo indicador nos lábios dele.
 - Jamais poderia ser uma maldição amar. - e beijei-o na testa. Ele me pegou no colo e me levou até um banco, e sentou, de modo que eu fiquei sentada no colo dele. - Peter, onde estamos afinal?
 - No seu inconsciente.
 - Quer dizer que tudo isso é um sonho?
 - Sim - disse ele de modo obvio
 - Então... quer dizer que nada disso é real? Que amanha irei acordar e não me lembrar de nada?
 - Não precisa existir para ser real. - disse colocando uma linda e brilhante pulseira no meu braço. - Tenho que ir, boa noite Jullie, te amo. - disse me dando um beijo na testa e se afastando.
  Logo me vi na minha cama, acordando subitamente. Olhei no relógio, 3:30 da manhã. Será que tudo aquilo acontecera mesmo, ou foi mais apenas um sonho? Então ao me deitar novamente, vi que havia algo no meu braço: uma pulseira. Uma pulseira linda e brilhante.

Harry Potter


Me lembro como se fosse ontem. Era o ano de 2003, eu tinha 7 anos, ia fazer 8 logo. Era noite e meu pai chegou em casa com um filme, dizendo que tinha alugado um tal de Harry Potter e que parecia ser legal. Bendito seja esse dia. Tempo vai, tempo vêm, quando tinha 10 anos ganhei o primeiro livro da serie Harry Potter, foi o primeiro livro que li que tinha mais de 100 paginas, devo confessar que levei quase um ano para lê-lo. Desde então fui acompanhando a saga, assistindo os filmes... Aos 11 anos ganhei o livro Harry Potter e a Câmara Secreta, e este li em apenas 2 meses. Ao longo do ano de 2009 completei a coleção, nem acreditando que havia demorado 1 ano para ler o primeiro livro da saga e 5 dias para ler Harry Potter e as Relíquias da Morte. Sempre pulando de alegria ao ler algo fascinante, ficando triste com alguma morte, torcendo sempre para a Grifinoria no quadribol e para ganhar a taça das casas, vendo meu coração se acelerar em meio a um romance... Tudo isso apenas lendo os livros. 
Depois de lido todos os livros, agora era só acompanhar os filmes, ano após ano sairia um novo. Parecia que nunca ia acabar. Já tinha me acostumado com a rotina de ano após ano ir no cinema para ver Harry Potter. Mas, chega uma hora que acaba. Não acredito que já se passaram 10 anos desde que o primeiro livro foi lançado e 8 anos desde que o primeiro filme estreou nas telonas. Estava ansiosa para ver o ultimo filme, mas triste também, afinal, era o ultimo. Metade da minha infância e pré-adolescência passei lendo e assistindo Harry Potter, e agora, simplesmente o ultimo filme saiu, e não haverá outros depois desse. Sinto orgulho em dizer que sou uma Potteriana e que NUNCA vou esquecer das aventuras daquele garotinho que vivia na Rua dos Alfeneiros, debaixo da escada, com seus tios chatos, que cresceu, descobriu seu passado, nos mostrou que o amor pode tudo, e derrotou Tom Riddle, para ser mais clara, Lord Voldmort. 

E hoje sei porque o Peter Pan não queria crescer.

Just you


E se eu disser que teus lindos olhos castanhos já me hipnotizaram, fazendo com que eu nunca esquece-se deles, você acreditaria? Pois é, eles não saem da minha cabeça, como teu sorriso também não.
E olha eu aí, mas uma vez se entregando nos laços do amor. Um amor que apenas eu sinto. Um amor que eu sei que será sentido apenas por mim.
E quando dizem que a gente se apaixona por quem menos esperamos, é verdade, pois não estava nos meus planos começar a gostar de você.
Mas tudo bem, porque é bom se ter mais um motivo para viver. Um motivo para levantar da cama e mais tarde ver seu rosto.
E mesmo que você não perceba nada, o que talvez será até melhor, estou aqui. Sempre olhando-te do meu canto. Respirando fundo. E esperando a hora chegar para eu te dar um beijo no rosto e começarmos a conversar, mesmo que seja sobre coisas banais e sem sentido. Afinal, esse sem sentido pode um dia fazer total sentido, e quem sabe para ambos ainda.

"Você nunca sabe que resultados virão de sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados."
Remember me

Minha princesa

Já estava tarde e não podia demorar-me na rua. Tinha sido uma bela noite com minhas amigas, nos divertimos bastante, agora elas estavam nas casas delas e eu aqui, indo para minha. Agora, tinha que passar pelo park, acho que a parte mais perigosa era essa: passar por um local fechado que só tinha arvores em volta. Mas eu não tinha nada a temer, sabia que ele estaria me protegendo.
Continuei a andar, e de repente ouço passos atrás de mim, droga! Começo a andar mais rápido, e ouço os passos atrás de mim avançando. Olho para trás, não vejo ninguém. É bom o idiota do Peter não estar brincando comigo. E não, ele não está. Mãos fortes me agarram por trás, eu grito. Me batem, tento me desvencilhar. Grito mais uma vez e uma mão me tapa a boca. Me esperneio,me batem. Eu estava assustada e com dor. Aqueles olhos frios e monstruosos só queriam uma coisa. Estava frio. Aquele homem rasga minha blusa, eu me debato mais ainda e ele me bate. Fico tonta com a pancada e tudo o que sinto é dor e frio. Paro de tentar escapar: já não tenho mais energia. O homem tira minha calça. Frio. Barulho. Exclamações. Vejo o homem ser lançado para longe de mim. Luz. Frio. O que estava acontecendo? Seria tudo fruto de minha imaginação na tentativa de aliviar meu sofrimento? Braços quentes me pegam, reconheço esses braços. Olho para o rosto dele.
- Peter - sussurro. Ele estava preocupado.
- Não fale - disse ele. Logo estávamos no meu quarto, ele me colocou na cama. Meu corpo doía e eu estava com frio. Me enrolei na coberta. - Você está bem? - perguntou ele
- Agora sim. O que... o que aconteceu? - perguntei
- Um homem tentou te estuprar e quase conseguiu.
- Como sabia onde eu estava?
- Eu sempre sei - ele me abraçou.
- Ai - exclamei. Meu rosto doía, e deveria estar todo roxo.
- Desculpe - disse ele. O halito dele contra minha face era quente e bom. Mais uma vez desejei-lhe os lábios. Ele beijou onde estava machucado, e como mágica a dor sumiu. Eu olhei nos olhos dele. Aqueles olhos lindos, pretos, grandes, brilhantes, hipnotizantes...
- Te amo - disse para ele. Ele sorriu e sussurrou no meu ouvido:
- Também te amo - disse ele me abraçando bem forte. Eu poderia ficar ali para sempre, perdida entre aqueles braços fortes que agora me esquentavam. E foi ali que adormeci. Entre carinhos e palavras sussurradas que adentrei na inconsciência. Estava agora feliz. Quente. Era bom tê-lo ali novamente. E a ultima coisa que ouvi, antes de adormecer foi: te amo minha princesa.
Forte é aquele que mesmo triste, consegue fazer as pessoas ficarem alegres.
Adoro meus inimigos. Eles me estimulam a ser cada dia melhor.

Blair Wardof.

O aniversario.


Era aniversario de alguem, não me lembro quem, mas era. Eu, minha amiga Lais e o meu pirmo Gustavo começamos a andar em direção há um caminho. Para onde ele nos levariamos, não sabiamos.
Mas logo descobrimos, ele nos levava ao aniversario. Aniversario de um antigo colega. Um colega que marcou muito minha vida. E que apenas eu conhecia. Henrique.
Demorei para ver ele. Onde diabos ele estava? E então, num passe de magica ele aparece, todo feliz e sorridente. E essa felicidade se tornou surpresa. Eu não deveria estar ali, mas estava.
Ele cumprimentou todos, minha amiga e meu primo primeiro, me deixando por ultimo. E quando chegou minha vez, nós se olhamos e sabiamos o que tinhamos que fazer. Nos abraçamos. Um abraço forte. Um abraço de amigos.
- Você sumiu - eu disse
- Você tambem - disse ele ainda me abraçando. De certo não queria sair daquele abraço. Era tão bom... Mas tinha que sair.
- Foi bom te ver, mas agora eu tenho que ir. - disse me soltando daquele abraço e ele sem entender nada perguntou:
- Mas você acabou de chegar? Fique mais um pouco - disse ele
- Não posso.
- Porque tu não podes? - perguntou ele.
- Não quero voltar ao meu passado e sei que isto amanha para você não irá passar de um mero acontecimento. Foi bom reve-lo, mas tenho que ir. - disse dando um beijo no rosto dele e me afastando. Minha amiga e meu primo me acompanharam.
- O que foi aquilo? - perguntou a Lais depois de tremos nos afastado do aniversario
- Apenas não quero me envolver mais com eles, não quero trazer de volta as esperanças do passado e muito menos quero me machucar. - ela ia falar algo, mas eu a cortei - Não quero tambem falar sobre isso. Pelo menos não agora.
E depois voltamos a andar em silencio.

Tenha bons sonhos de inverno garota

O vento batia na janela, fazendo a rangir. Eu acordei com este barulho. Olhei para os cantos do meu lindo quarto. Nada. Então, de repente a janela se abre. Eu me assusto. Um ar gelado entra no meu quarto, afinal, estou no inverno. Respiro aquele ar e vejo que a cada expiração sai uma fumacinha branca. Começo a tremer. Pego minha coberta e a faço de capa e ando até a janela.
- Alguem esta ai? - pergunto para o sombrio jardim além de meu quarto. Não ouço nada, apenas o vento uivando lá fora. Fecho a janela. E então tudo volta a ficar quentinho. Viro-me para trás e me assusto.
- Olá Julie, você não deveria estar acordada tão tarde - disse ele naquela voz linda e maravilhosa, aquela voz que sempre me fazia ouvir sininhos.
- Olá Peter e, você não deveria estar tão tarde no meu quarto - eu disse. Ele sorriu.
- Ah sim, é verdade, se me pegarem aqui irei sofrer consequencias um tanto dolorosas
- Então vá, não quero ver você machucado
- Sim, eu vou. Só vim aqui para lhe desejar bons sonhos garota. - ele veio em minha direção e beijou minha testa. Aquele labio macio e quente sempre me deixava com desejo de toca-lo com minha boca, mas não podia fazer isso. - Tenhas bons sonhos de inverno Julie. - disse se afastando. Estendi meu braço para toca-lo, para segura-lo não queria que ele fosse. Ele viu este gesto e pegou em minha mão. O toque quente da pele dele fez a minha queimar. Mas era bom. - Não se preoucupe Julie, eu irei voltar. Eu sempre volto. Basta apenas querer e sonhar. - disso dando um meio sorriso. E depois num passe de magica, sumiu.
Sumiu me deixando sozinha naquele quarto. Voltei a deitar e pouco a pocuo fui caindo no sono, com sua frase ecoanda em minha cabeça: tenha bons sonhos de inverno garota. -