Linda e Brilhante

Eu estava num park. Era lindo, havia tantas arvores, flores... Fiquei admirando-o por algum tempo. Mas, onde, especificamente, eu estava e porque estava ali? E então, ele, surgiu dentre ás arvores, lindo como sempre, com aquele rosto angelical, porém havia algo de errado no rosto dele... um corte?
 - Olá Jullie - disse ele
 - Olá Peter - disse indo abraçá-lo. - O que aconteceu com você? - Havia um pequeno corte na testa dele, mas parecia ser fundo. Notei que nas mãos também haviam cortes.
 - O pessoal lá de cima não gostou nada de eu ter te salvado aquele dia...
 - Mas esse é seu trabalho, salvar pessoas, não? - perguntei um pouco confusa
 - Como você disse, pessoas. Não apenas uma.
 - Mas você é o meu... - comecei a dizer
 - Porém tenho que salvar outras pessoas também. Enfim, eles não me castigaram por ter salvado apenas você, mas sim por ter me exposto á aquele homem. Temos ordens claras de não nos mostrar aos humanos, nem a quem protegemos.
 - Mas eles não deveriam ter feito isso, como Ele pode deixar? - perguntei
 - Ele geralmente não interfere nesses assuntos. Há coisas mais importantes para resolver.
 - Isso é importante para mim, você... você só fez seu trabalho...
 - Fora me expor para o homem, também me expus á você e eles estão irritados, pois já não foi a primeira vez. Mas... eu não consigo me controlar. Ficar longe de você é insuportável. Eu... eu simplesmente te amo -disse ele me deixando, por um momento, sem fala. Lagrimas me vieram aos olhos. - Não chore, por favor. - disse me abraçando.
 - Peter, eu também te amo e muito. Daria minha vida para ficar com você. Por que essas coisas só acontecem com a gente?
 - Me pergunto isso todo dia. Parece ser uma maldição... - ele começou a dizer, coloquei meu dedo indicador nos lábios dele.
 - Jamais poderia ser uma maldição amar. - e beijei-o na testa. Ele me pegou no colo e me levou até um banco, e sentou, de modo que eu fiquei sentada no colo dele. - Peter, onde estamos afinal?
 - No seu inconsciente.
 - Quer dizer que tudo isso é um sonho?
 - Sim - disse ele de modo obvio
 - Então... quer dizer que nada disso é real? Que amanha irei acordar e não me lembrar de nada?
 - Não precisa existir para ser real. - disse colocando uma linda e brilhante pulseira no meu braço. - Tenho que ir, boa noite Jullie, te amo. - disse me dando um beijo na testa e se afastando.
  Logo me vi na minha cama, acordando subitamente. Olhei no relógio, 3:30 da manhã. Será que tudo aquilo acontecera mesmo, ou foi mais apenas um sonho? Então ao me deitar novamente, vi que havia algo no meu braço: uma pulseira. Uma pulseira linda e brilhante.

Um comentário

  1. Seu blog é simplismente perfeito *-----*
    Já estou seguiindo flor.
    obrigada pela sua visita, volte sempre ao meu cantinho.
    P.S.: me desculpe pela demora a responder, estou muito ocupada ultimamente.

    tenha um bom domindo. :*

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